sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Onda repressiva contra o anarquismo ibérico
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Conselho Indigena Popular de Oaxaca - Ricardo Flores Magón
- De acuerdo con las constancias del expedientes las diligencias que el Agente del Ministerio Publico Investigador del Segundo Turno de la Villa de Etla realizó el día 18 de junio de 2007, no tiene congruencia: la diligencia de traslado, inspección ocular y levantamiento de cadáver la realiza a las 20:00 horas del día 18 de junio de 2007, pero al medico que le ordena su peritaje dice hace constar que a las 18:00 horas realiza la autopsia a Matildio Méndez Santiago y a las 19:00 horas al cadáver de Arturo Chávez Méndez en el panteón de San Miguel Aloapam del mismo día; lo que demuestra que no estuvo en el lugar de los hechos y da por verdadero lo que la autoridad y testigos de San Miguel Aloapam le contaron pues es irreal que a las 21:45 concluyera la diligencia en “Agua Paloma” de San Isidro Aloapam, lugar donde dicen ocurrieron los hechos, a las 21:15 iniciaba otra diligencia en la Villa de Etla, Oaxaca y a las 21:22 minutos realizara el mismo otra diligencia en San Miguel Aloapam, situación imposible dada las distancias que existen entre los lugares mencionados, lo que indica que la autoridad ministerial no realizo una investigación verdadera de los hechos ocurridos en donde murieron 2 personas y 7 resultaron heridas y acepto lo que la autoridad de San Miguel Aloapam le contó, montando testigos para inculpar a nuestro compañeros Pablo López Alavez y otros mas de la comunidad de San Isidro Aloapam.
- La diligencia de FE MINISTERIAL DE OBJETOS AFECTOS practicada por la Autoridad Ministerial no puede acreditar el cuerpo de los delitos que le acusan porque dicha diligencia se realizó en la población de la Villa de Etla, a las 21:15 del 18 de junio de 2007, cuando según actas de la misma averiguación a esa misma hora y la misma autoridad actuaba en el paraje “Agua Paloma”, en San Isidro Aloapam, en el desahogo de la dirigencia de TRASLADO, INSPECCIÓN OCULAR Y LEVANTAMIENTO DE CADAVER que acabó a las 21:45 del mismo día, lo que le quita su valor probatorio, además que no demuestra que Pablo López Alavez fuera propietario de dichos objetos.
- No se acredita el cuerpo del delito porque no dicen concretamente a quien disparo e hirió, no se demuestra que nuestro hermano llevará arma o disparará; simplemente la Autoridad Ministerial da como verdad lo que dicen los testigos de San Miguel Aloapam pasando por alto que en sus declaraciones existen diferencias en esencia de cómo ocurrieron los hechos.
- Otra irregularidad que nos dice de la fabricación del expediente en contra de Pablo López es la declaración departe de la Guillermina Cruz Méndez , cuando hace la identificación del cadáver de Arturo Chavez Mendez el día 18 de junio de 2007 pues en dicha diligencia se advierte que antes de la llegada de la Autoridad Ministerial, el cadáver fue trasladado del lugar donde perdió la vida al campamento de San Miguel Aloapam, lo que contradice la diligencia de TRASLADO, INSPECCIÓN OCULAR Y LEVANTAMIENTO DE CADAVER, en la que supuestamente después de las ocho de la noche ordenó el levantamiento y traslado del cadáver al panteón municipal de San Miguel Aloapam.
Oaxaca, Oaxaca, México. Código Postal 68000
Teléfonos: (951) 515-3600
sexta-feira, 27 de maio de 2011
[Grécia] Anarquista é ferido e detido após trocar tiros com a polícia em Pefki, Atenas
quarta-feira, 16 de junho de 2010
[AIR-DF] Carta do líder Carlos Pankararu

Infelizmente um grupo de índios aceitou acordo com a Funai. A Funai, como sempre, mentindo que vai abrir Postos e Administrações no Maranhão e Pernambuco, histórias que já conhecemos desde o início do ano, porém nada cumpriu. Esses que foram para os hotéis da Funai não foram enganados, porque esta cena aconteceu em janeiro e em outras épocas também. Onde sempre pediram para os índios voltarem para suas aldeias e abrir postos e administrações, porém nunca realizaram-se, porque o Decreto agora é a nível da Presidência da República e não do presidente da Funai, nem do Ministério da Justiça. Sabemos que eles não vão abrir Postos nem Administrações de forma passiva porque o interesse do governo é com o PAC e todos nós sabemos que o Decreto 7.056 é a porta aberta para o desenvolvimento do PAC em terras indígenas. Se, por um acaso, eles abrirem Pernambuco e Maranhão eles são obrigados a abrir todos os Postos e Administrações do Brasil, porque os direitos são iguais e eles sabem disso. Existem vários projetos governamentais tramitando no Congresso Nacional para serem concluídos em terras indígenas. Vamos citar alguns deles: hidrelétricas, mineração, rodovias, sequestro de carbono, isto sem consultar as comunidades indígenas, assim como fizeram para aprovar o Decreto 7.056. Por este motivo, eu, Carlos Pankararu, junto com alguns guerreiros como Kretan Kaingang, cacique Valdir Kaingang, cacique Valdete Krahô, Korubo, Lúcia Munduruku, Adriano Karipuna e mais alguns, ingressamos nessa luta desde janeiro, na esperança de uma nova política indígena onde nossos direitos fossem prevalecidos e fazessemos que esses governantes nos respeitassem de forma como manda a Constituição Brasileira e as leis internacionais. Não somos contra o progresso, mas somos contra a forma que querem fazer as negociações injustas, quase comparada à um assalto a mão armada.
Eu e o grupo que ficamos na resistência estamos tristes e chateados com a covarde atitude dos nossos parentes, porque não era esse o nosso plano. O nosso plano é revogar o Decreto ou no mínimo, negociar pontos que prejudicam a população indígena brasileira. E também exonerar o presidente da Funai por estar violando os nossos direitos. O assessor do Presidente da República, Paulo, ex-funcionário do CIMI, se retirou logo após a miha chegada, basicamente 11 horas da manhã de sábado. Eu pedi para que ele conversasse comigo, mas ele saiu andando com medo por ser um covarde e dizendo em alta voz que eu estava usando o povo. Dizendo que eu morava em Brasília, respondi que moro em Brasília ou em qualquer lugar do Brasil. O livre arbítrio do ser humano também está na Constituição Brasileira e na Bíblia Sagrada. Eu estou aqui lutando pela minha mãe, meus irmãos, meus tios, meus primos, por todos Pankararu e índios do Brasil e pelos meus direitos, pois sou um Pankararu, não fiz transfusão de sangue nem deixei de ser Pankararu apenas por estar em Brasília, posso voltar à aldeia quando quiser, por isso fico aqui e lá. Tenho certeza de que o Paulo também não é filho de Brasília, como o Lula, que não é de Brasília nem paulista, é de Pernambuco, e quem fala alguma coisa por ele ser pernambucano? Gostaria que ele me provasse quanto ele ou o Presidente Lula ou o ministro da Justiça já me pagou para que eu formasse esse movimento. O Aluizio, diretor da Assistência também estava com o Paulo negociando a desmobilização, mas não me preocupo, as denúncias estão em todas as áreas da Justiça. Além das OABs dos estados do Paraná, de Tocantins e outros estados. O Acampamento Revolucionário entrou com ação na OAB nacional. Além do mais, temos 5 projetos de revogação por 5 deputados federais. Temos também ações no Senado Federal, estou acreditando na mudança mesmo com esta situação. Porque muitos índios estão chegando nessa semana do Nordeste, do Sul e do Centro-Oeste. Não falo o nome das etnias, para evitar ação dos manipuladores. O Acampamento vai continuar porque não está lutando apenas por Pernambuco ou Maranhão, mas sim por todos os índios do Brasil. Estou aguardando o líder Arão da Providência Guajajara e Kretan Kaingang para decidirmos como vamos agir de agora em diante. São essas as minhas palavras! E viva a Resistência Indígena! E que Tupã o abençoe todos.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
MOÇÃO DE REPÚDIO AO III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL - BAFF

Em defesa da luta negra e quilombola por terra, justiça e liberdade!
Nesta edição do III Bahia Afro Film Festival (BAFF) que ocorre nas dependências do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) em Cachoeira, mais uma vez o corpo e as representações culturais das populações negras estão sendo tratadas como mercadoria.
O filme Maria do Paraguaçu, de Camila Dutervil, que retrata a luta de uma comunidade localizada no recôncavo da Bahia, mais precisamente em Cachoeira, tem como objetivo a divulgação de um povo que luta pela permanência em seu território, sendo este a base das suas práticas culturais, que dão fundamento a existência desse grupo enquanto comunidade tradicional.
Denunciamos que no ato de exibição do filme este teve sua legenda em português substituída pelo inglês numa clara intenção de evitar que fossem evidenciados os processos de luta da comunidade, bem como os conflitos provocados pelos fazendeiros locais. Esta atitude desrespeitosa impediu que os telespectadores tivessem acesso às informações centrais do filme pelo fato de que se tratava de uma linguagem que acabou por descontextualizar o mesmo.
Salientamos que a luta pela sobrevivência desta comunidade, ganhou maior visibilidade após a certificação de auto-reconhecimento da comunidade como remanescente de quilombo expedida pela Fundação Cultural Palmares (FCP). Como decorrência, foram iniciadas, por parte dos fazendeiros, perseguições e várias investidas para desmobilizar a luta desta população que reivindica o seu direito ao título do território garantido pelo art. 68 do ADCT – Constituição Federal de 1988.
Em meio a este conflito fundiário que foi iniciado em novembro de 2005, duas lideranças da comunidade morreram em 2009, (vitimas: Maria das Dores e Altino da Cruz). Outras tantas são constantemente ameaçadas de morte.
Este festival que era visto como meio de divulgar a luta desta comunidade quilombola, decepciona. O filme não alcançou o objetivo de fortalecimento desta comunidade, uma vez que, o final deste foi exibido em inglês, perdendo seu sentido, pois, é exatamente neste momento que a informação é visualizada.
Considerando as tamanhas contradições, arbitrariedades e desrespeitos, nós assinantes viemos por meio desta Moção de Repudio, exigir que o filme em sua versão original (em Português) seja exibido neste Festival; bem como cobrar uma postura da Direção do Centro e da Reitoria da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB.
Em solidariedade e rebeldia,
- Acampamento Remanescente - Embarracados no CAHL
- Núcleo de Negras e Negros Estudantes do CAHL – NNNE
- República Quilombo
- Associação dos Remanescentes do Quilombo do São Francisco do Paraguaçu – BOQUEIRÃO
- Associação Quilombo do Orobu – Quilombo Educacional
- Coletivo de Mobilização do CAHL
ESTUDANTES OCUPAM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA
ma luta contra a educação de mercado, pois o conhecimento não deve estar a serviço da lógica do capital. Queremos uma Universidade Popular, a serviço de quem realmente a sustenta, os trabalhadores e as trabalhadoras, os oprimidos e explorados. Uma Universidade de e para todos, que produza conhecimento para a libertação, construída com o povo.sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Políticas Públicas LegislaçãoFederal Edição 004 | Outubro/Novembro 2009 Roseli Fischmann: "Escola pública não é lugar de religião"

Acordo aprovado no Senado, que estabelece obrigatoriedade do ensino religioso na rede pública, fere a Constituição Federal
Foi aprovado pelo Senado brasileiro na última quarta-feira, 7 de outubro, o acordo firmado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva e a Santa Sé, em novembro do ano passado, que estabelece a obrigatoriedade do oferecimento de ensino religioso pelas escolas públicas brasileiras. Diz o parágrafo 1 do Artigo 11: "O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação."
"Se essa lei for sancionada pelo presidente, nossa constituição será violada", afirma a professora Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista. Perita da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a Coalizão de Cidades contra o Racismo e a Discriminação, responsável pelo capítulo sobre pluralidade cultural dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), coordenadora do grupo de pesquisa Discriminação, Preconceito e Estigma, vinculado à USP, e do Núcleo de Educação
O acordo assinado pelo presidente Lula com o Vaticano em 2008, que estipula a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas, foi aprovado pelo Senado. E agora?
ROSELI FISCHMANN É importante ressaltar que o documento assinado pelo presidente da República prevê vários privilégios para a Igreja Católica: benefícios adicionais em termos de verbas públicas e ações com impacto sobre a cidadania, como a supressão de direitos trabalhistas para sacerdotes ou religiosos católicos, e a inclusão de espaços para templos católicos em planejamentos urbanos. Nesta entrevista, nos interessa o artigo sobre a obrigatoriedade “do ensino religioso católico e de outras confissões religiosas”, como está no texto. Mesmo fazendo menção a outras crenças, o acordo manifesta uma clara preferência por uma religião, o que obriga as escolas a adotar uma determinada confissão, e isso é inconstitucional. O Ministério das Relações Exteriores defende a iniciativa dizendo que não há problema, já que ela apenas reúne aquilo que já existe. Mas isso não é verdade.
Esse artigo poderia ter sido corrigido pelos parlamentares?
ROSELI Eles poderiam ter rejeitado o acordo. Quaisquer propostas de ressalvas precisariam ser revistas pelo Executivo e, como o documento tem caráter internacional e bilateral, nada poderia ser mudado sem a concordância do Vaticano. Ou seja, ficamos amarrados, o que caracteriza uma perigosa interferência no processo legislativo.
Com o acordo em vigor, o que pode acontecer nas escolas?
ROSELI Em relação ao ensino religioso em escolas públicas, será instalada uma mixórdia que abre a possibilidade de interpretações discordantes. Ainda que mencionado o caráter facultativo para o aluno, está criada uma obrigatoriedade do ensino católico, o que não existe nem na Constituição nem na LDB. E a nossa Constituição está sendo violada.
Por que misturar escola com religião é ilegal?
ROSELI No artigo 19 da Constituição, há dois incisos claros. O primeiro afirma ser vedado à União, aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público”. O outro proíbe “criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”. Ambos são os responsáveis pela definição do Estado laico, deixando-o imparcial e evitando privilegiar uma ou outra religião, para que não haja diferenças entre os brasileiros. Ora, se o Estado é laico, a escola pública – que é parte desse Estado – também deve sê-lo.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Carta aberta de Cesare Battisti a Lula e ao Povo Brasileiro

CARTA ABERTA
AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR
LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO BRASILEIRA
AO POVO BRASILEIRO
“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos homens, e às vezes fazem uma vida toda”. (O homem em revolta - Albert Camus)
Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um ponto de vista histórico, quantos entre nós, podem sinceramente dizer que nunca desejou afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo.
Entretanto, frequentemente, por pura curiosidade ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a própria vida.
A minha história pessoal é notoriamente bastante conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão presos, e muito exilados.
Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!
Muitas conquistas sociais que hoje os italianos estão usufruindo foram conquistadas graças ao sangue derramado por esses companheiros da utopia. Eu sou fruto desses anos 70, assim como muitos outros aqui no Brasil, inclusive muitos companheiros que hoje são responsáveis pelos destinos do povo brasileiro. Eu na verdade não perdi nada, porque não lutei por algo que podia levar comigo. Mas agora, detido aqui no Brasil não posso aceitar a humilhação de ser tratado de criminoso comum.
Por isso, frente à surpreendente obstinação de alguns ministros do STF que não querem ver o que era realmente a Itália dos anos 70, que me negam a intenção de meus atos; que fecharam os olhos frente à total falta de provas técnicas de minha culpabilidade referente aos quatro homicídios a mim atribuídos; não reconhecem a revelia do meu julgamento; a prescrição e quem sabem qual outro impedimento à extradição.
Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum. É um absurdo, principalmente por ter recebido do Governo Brasileiro a condição de refugiado, decisão à qual serei eternamente grato.
E frente ao fato das enormes dificuldades de ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político. Espero com isso impedir, num último ato de desespero, esta extradição, que para mim equivale a uma pena de morte.
Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver, e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver.
Findo esta carta, agradecendo aos companheiros que desde o início da minha luta jamais me abandonaram e da mesma forma agradeço àqueles que chegaram de última hora, mas, que têm a mesma importância daqueles que estão ao meu lado desde o princípio de tudo. A vocês os meus sinceros agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!
Espero que o legado daqueles que tombaram no front da batalha não fique em vão. Podemos até perder uma batalha, mas tenho convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela generosa causa da justiça e da liberdade.
Entrego minha vida nas mãos de Vossa Excelência e do Povo Brasileiro.
Brasília, 13 de novembro de 2009
Cesare Battisti
Fonte: http://cesarelivre.org/node/183
CESARE MORTO? CESARE LIVRE! Debate em Solidariedade (ao vivo dia 24/11 as 18:30 http://www.cesarelivre.org/node/202)
Carta de Carlos Lungarzo (Anistia Internacioanal) ao Ministro Gilmar Mendes (http://www.cesarelivre.org/node/185)
Reflexões de Luís Roberto Barroso sobre o caso Cesare Battisti (http://cesarelivre.org/node/149)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
NOTA OFICIAL DA FEDERAÇÃO ANARQUISTA GAÚCHA APÓS A CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLÍTICO-POLICIAL CONTRA A ORGANIZAÇÃO
http://www.vermelhoenegro.co.cc/
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Descaso com a Merenda Escolar




Nesta cidade onde a cadeia é apenas para Negros e Pobres, os empresários, legisladores municipais e sua corriola fraudam, recebem propinas para favorecerem as empresas de transporte coletivo, o ministério publico é omisso e a policias são coniventes com os chamados crimes de colarinho branco, tudo indica meu caro Faro-Fino que o nosso grito será mudo, mas não deixaremos de gritar; A JUSTIÇA DOS OPRIMIDOS NÃO FALHARÁ!
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O BLOG DA JORNALISTA E MILITANTE AMEAÇADA.VAMOS DEIXAR VERA MATTOS MORRER?

quinta-feira, 27 de março de 2008
Sonegação Fiscal, Falta de Licenciamento, Suborno e outras falcatruas...


Na Bahia embora o Coronel ACM tenha ido parar no bar lixo da história (não custa dizer, já foi tarde!) onde jazem Pinochet, Médici, Getulio Vargas, Stalin entre outros. Ranços do coronelismo e da impunidade ainda ardem na Bahia.





